Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso

Vida e obra de FHC

Sociólogo, professor e pesquisador, escreveu sobre mudança social, desenvolvimento e democracia. Foi senador, ministro das Relações Exteriores e da Fazenda, e presidente da República.

Discursos no senado

Fernando Henrique Cardoso assumiu a cadeira de senador em 1982 e foi reeleito em 1986 para mais oito anos. Até o início dos trabalhos da Assembléia Constituinte, quando foi membro de várias Comissões, e até líder do Governo entre 1985 e 86, pode-se dizer que ele operou uma transição pessoal durante a qual os seus interesses deixaram de ser puramente intelectuais. O seu discurso de inauguração foi diretamente inspirado pelo clássico de Max Weber, Política como vocação.

A partir do processo constituinte, sintomaticamente, o título do discurso de 1987, Constituinte, o início da caminhada prenuncia a transição de sua carreira. De 1988 a 1992, será líder do PSDB, quando assumirá o Ministério das Relações Exteriores. Outros discursos, como aqueles como Relator do Regimento interno da Assembléia Constituinte e como Relator-adjunto da Comissão de Sistematização da Assembléia Constituinte, entre 1987 e 88, podem ser encontrados nos Anais da Assembléia Constituinte publicados pelo Senado Federal.

1983 Considerações sobre a situação do País, Brasília, Senado Federal.

1983 As razões da oposição, Brasília, Senado Federal.

1984 A nova maioria, Brasília, Senado Federal.

1984 Sessão solene em homenagem à Sua Excelência o Senhor Miguel de la Madrid Hurtado, Presidente dos Estados Unidos Mexicanos, Brasília, Senado Federal, 30 de março.

1986 O PMDB depois do Pacote, Brasília, Senado Federal. (Convenção Nacional do PMDB, 6 de abril).

1987 Constituinte, o início da caminhada, Brasília, Senado Federal.

1988 A crise e as opções nacionais, Brasília, Senado Federal.

1990 Três discursos sobre a nova ordem mundial, Senado Federal.

1990 As relações Norte-Sul no contexto atual, uma nova dependência? In: Três discursos sobre a nova ordem mundial. Brasília, Senado Federal.
(1991) Nord-Syd-relationerna i dagsläget – Ett nytt beroende? In: Efter Muren – Nya Järnridaer? Smaland Peace Forum of the Swedish Labour Movement.
(1991) I rapporti Nord-Sud nel constesto attuale: una nuova dipendenza?Il Socialismo del Futuro, Roma, II (3): 135-140, gen.-giu.
(1991) Las relaciones Norte-Sur nel contexto actual, una nueva dependencia? El socialismo del Futuro, 3: 135-140.
(1993) North-South relations in the present context: a new dependency? In: Martin Carnoy & Manoel Castells & Stephen S. Cohen & Fernando Henrique Cardoso. The new global economy in the Information Age. Reflections on our changing world. University Park: The Pennsylvania State University Press, p. 149-159.

1991 Discursos sobre a Ordem Mundial, Brasília, Senado Federal.

1991 A crise brasileira, Brasília, Senado Federal.

1992 Sobre a Reforma fiscal (6-7/11/91). In: Fórum nacional sobre Reforma Fiscal, UNAFISCO NACIONAL/Congresso Nacional, Brasília.

1992 Transitions vers la démocratie: leçons récentes de l’Est et du Sud. Nova Renascença, Porto, 12(45-47):289-295, Primaveral/Outuno.

1993 Aula Magna no Instituto Rio Branco (08/03/93). Cadernos do IPRI, Edição Especial, Fundação Alexandre de Gusmão, Brasília, junho.

1993 Desarrollo e integración: respuestas al nuevo contexto internacional. (Pronunciado em 24/03/93), Diplomacia, Academia Diplomática de Chile, (61): 6-14, junio.

1993 Discurso no encerramento da XI Conferência Interparlamentar Comunidade Européia-América Latina, 6 de maio. Papers, Fundação Konrad-Adenauer-Stiftung, (7): 9-15,

1993 Pronunciamento, Reunião da Diretoria da Confederação Nacional do Comércio. Brasília, CNC, p. 7-18.

1994 O Real e o sonho, s.l. (Memorial JK, 28/07)

1994 Política Externa em Tempos de Mudança. A gestão do Ministro Fernando Henrique Cardoso no Itamaraty (discursos, artigos na imprensa e entrevistas). Brasília, Fundação Alexandre Gusmão, Ministério das Relações Exteriores.

1994 Discurso de despedida do Senado Federal – Filosofia e diretrizes de governo (14/12/94) Brasília, Presidência da República, Secretaria de Comunicação Social.